O poder do Django
Pra quem faz mais com a web do que criar um simples blog, nada é mais verdadeiro do que a frase: “Quem fica parado é poste“.
Tem sido assim nesses últimos 2 anos quando começaram a pipocar um monte de aplicações com a buzz “Web 2.0“.
As aplicações têm levado cada vez menos tempo para sair da prancheta de desenho e ganhar o mundo por uma URL, que na chamada “web 2.0” é sempre amigável e bonita de se ler.
Mas se pra fazer esse tipo de coisa você leva algumas horas, ou até mesmo dias, enfrente ao seu código PHP; pense melhor. É porque você virou um poste.
Com o advento (olha que palavra chic) do Ruby on Rails as aplicações já tem pronto o CRUD de qualquer entidade, via scaffold. As URL’s já vêem bonitas, e tudo que você precisa fazer é desenvolver algumas views e alguns templates. (Aqui estou simplificando muito, mas no fim das contas, é isso mesmo.)
Mas, se você só conhece o Ruby, é melhor ficar só com seu msn e deixar a web pra quem não está de brincadeira.
O Python é uma linguagem muito mais poderosa, limpa e simples. Não dá pra comparar. E em se tratando de frameworks, o Django manda o Rails chorando pra casa fácil fácil.
Não vou entrar e detalhes técnicos por enquanto, mas só para informação, o Django é o framework web com melhor a performance de todas. Põem no bolso desde o Zope até o Rails, passando pelo Cake e etc.
Pretendo começar a colocar alguns artigos técnicos aqui sobre o Django, só que isso não é coisa pra agora. Mas só pra informar, o Google roda todinho sobre Python, assim como o Youtube.
Se você ainda não deu uma olhadinha em nada sobre Python é melhor começar a tomar cuidado com os vira-latas; seu poste.











