NaCara não é um japonês

Moldando comportamentos

A Prática do Link Love

Na minha humilde opinião de salsinha, a melhor coisa que os blogs proporcionam é a comunicação em massa individualizada.

Escrevo para a Broadcast, ouço da Microcast.

Os posts estão aí, para quem quiser ler, agradando ou não. Já os comentários, apesar de serem abertos e não moderados no NaCara (só removo lixo mesmo), são restritos àqueles que tem paciência de ler e opinar sobre meus posts.

Eu mesmo adoro dar pitáco no post dos outros. Não faço isso todos os dias por absoluta falta de tempo, mas se pudesse, faria. Não faço isso pra arrumar links. Faço pra dar minha opinião de salsinha.

Se quem lê e opina tem um blog ou site, é claro que vai deixar sua URL.

Se meu blog é aberto o suficiente para permitir que os leitores incluam suas URLs nele, qual o sentido de carimbar esta URL com um “nofollow“?

Atribuir “nofollow” ao link de seus leitores é atitude de Estadão ou Globo.com, que ignora o comentário de seus leitores, deletam e-mails de reclamação e tiram a voz da massa.

Meu blog, penso eu, é macho o suficiente para aceitar link de quem quer que seja, inclusive de concorrentes pelas mesmas palavras-chave no Google.

O Dofollow é habilitado by default. A democracia searchiana é habilitada by default.

A nova onda é inclusiva. Não exclusiva.

Eu já saí do feudo.

E você? Tem cérebro de ervilha como eu?

del.icio.us rec6 linkk eu curti Favoritos do BlogBlogs technorati comentar

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